terça-feira, 31 de agosto de 2010
Pior não fica
sábado, 28 de agosto de 2010
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
terça-feira, 24 de agosto de 2010
O Pai
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| Meu Filho Samuel com 2 meses |
Se ele for 50% do meu filho Samuel, serei realmente realizado como pai.
Fico pensando nas padarias e bares de sábado á tarde lotadas de “pais de família tendo um momento de descontração com os amigos, regado a cerveja”, realmente é impressionante. No condomínio onde moro, crianças de 5,7, 12 anos passam o fim de semana inteiro na rua buscando com quem brincar. Onde estão seus pais?
Fico apreensivo com este momento, pois quero que eles tenham o que não tive. Meu Pai por perto. Sei que, como eu, ele não quer brinquedos se não tiver com quem brincar. A infância de seus filhos, caro amigo, é única e passa rápido. Desejo o melhor para meus filhos e farei de tudo para que eles sigam neste caminho. Tomara que eles sigam minhas orientações. Com dificuldades, confesso, hoje entendo como Deus me ama. Ele projetou uma vida plena, cheia de realizações para todos os seus filhos. Mas, por amor, respeita nossas decisões e se quisermos poderemos viver uma vida medíocre. Filhos criados com muito amor que não seguem as orientações dos pais, isso não é novidade para nós. Ele quer que vivamos uma vida abundante, nos formou e nos recebeu neste mundo de braços abertos esperando obediência e fidelidade, mas nem sempre é assim. Hoje consigo entender este amor porque me despi de um calvinismo mal direcionado que me confundia. Feliz ano novo eu desejava, pra que? Se não somos responsáveis por nada?
Hoje, isso já não é mais clichê, representa realmente o meu desejo: Seguir no caminho que o meu Pai Eterno traçou e viver a vida de realizações que Ele sonhou pra mim.
Para aqueles que querem saber mais sobre educação cristã de filhos segue o link:
http://www.iprb.org.br/estudos_biblicos/estudos_1-50/est18.htm
Louvado seja o meu Pai! Salve Jesus o Rei dos Reis!
Sole Dio Gloria
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Os Acusadores sem passado
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
A Prece da Madrugada
Tenho o hábito de escrever sobre acontecimentos que marcaram meu passado, pessoas e lugares que de alguma forma me influenciaram. Desta vez, quero focar minhas letras numa pessoa ímpar: minha mãe. Ela nada me cobra, nada exige, tudo pede, quase suplica. Não falo pelos meus irmãos, que eles também passem por isso. Dificilmente serei capaz de agradecê-la o suficiente, mas tentarei.
São 4h:40 da madrugada de um sábado, partes metálicas de minha jaqueta de couro brilham no escuro, o barulho de meus passos pelo corredor é quase imperceptível , menos é claro para minha mãe. Minha cabeça doe um pouco, o cheiro do cigarro esta na roupa e o efeito da bebida ainda persiste; é neste momento que ouço uma voz trêmula e chorosa que de longe faz uma prece. Minha mãe conversa com Deus, o assunto sou eu.
Era um garoto confuso, escolhido por Deus, mas distante do caminho. Minha mãe encontrava forças e de joelhos protegia meus passos. Uma mulher que pouco conheceu da vida além dos bancos da igreja conseguia levar meu nome até o trono de Deus. E Ele a ouvia atentamente. Paro por um instante na porta do meu quarto, ficava nos fundos para que estrategicamente pudesse chegar tarde sem fazer barulho, esforcei-me para ouvir sua oração, não consegui. Algumas noites a cena se repetiu, a intimidade daquela conversa me incomodava e algo penetrava em meu coração. Era uma terça feira cinzenta, havia entrado numa igreja com a fachada de pedras de cor marrom, desconhecida e distante. Ouvi atentamente aquele pastor falando. Meu coração se aqueceu e naquele momento lembrei de minha mãe. Certo momento da mensagem, o pastor disse:
“Não importa se as nuvens estão escuras no céu, atrás delas sempre haverá o sol”
Graças a Deus, conheci num lugar inusitado uma pessoa especial que me conduziu a decisão de voltar para o lugar que nunca deveria ter saído. Mas foi minha mãe que nunca me deixou esquecer aonde era o meu lugar. A vida que eu levava não era penosa e nem desagradável, tinha o respeito da “galera”, tinha dinheiro e freqüentava bons lugares, porém, quando acordava no dia seguinte, refletia até quando aquilo seria bom, nunca era o suficiente. Andei muito perto dos perigos da noite, conheci pessoas que podiam destruir meus princípios. Associe-me com outras que não prestavam e meus relacionamentos amorosos eram superficiais. Meu céu estava nublado, vivia na sombra do pecado mas depois de cada noitada a voz de minha mãe me iluminava. Ela era meu sol.
Minha mãe, respeitada na sua arte de educar, sempre presente na família. Uma moça do interior, com princípios e valores cristãos. Ensinou que mulher de verdade é fiel ao matrimônio, que filha de verdade cuida da mãe até a morte (mesmo sendo maltratada). Não tenho lembranças de ouvir palavras torpes de sua boca, de maus tratos ou de acusações contra ela. Minha mãe. Sofri com ela em alguns momentos, fui seu apoio em outros, mas nunca consegui ajudá-la o suficiente.
Minha mãe. Mulher ímpar, exemplo de caráter e dignidade, mulher de Deus.
Minha mãe, amo você. Obrigado por tudo.
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Meu desabafo
Tenho 38 anos e desde que nasci sou cristão. Confesso que hoje em dia, mais maduro, percebo o quão raso era minha espiritualidade. Insistia num proselitismo absurdo para defender minha “verdade absoluta” baseada, infelizmente, nas afirmações de líderes fundamentalistas e exclusivistas. Tinha certeza que estava certo, todos nós estávamos. Ledo engano.
Em vigílias intermináveis, buscávamos o batismo com fogo, falar em línguas era uma “promoção divina”. Orávamos para antecipar as bênçãos, obedecíamos a Deus para acelerar suas interferências. Nossas campanhas eram para “blindar” nossa família e nossas ofertas e dízimos eram para barganhar com Deus melhores salários e mantimentos em nossa casa.
Meu sonho era seguir carreira, ser pastor para pregar para multidões e ser reconhecido como homem de Deus.
Muita coisa aconteceu, e outras coisas mudaram. Comecei a entender Deus melhor, deixei de lado meus “achismos”, tradições e religiosidade e procurei ver em Jesus as maneiras de encarar a vida. Jesus era peripatético, ou seja, ensinava caminhando e por este caminho resolvi andar.
Com meu coração entristecido quero dizer uma coisa, não gosto mais deste titulo evangélico, não quero me associar a isso. Não mais.Não me chame disso novamente. Quero apenas ser pequeno cristo, ou melhor, apenas cristão. Um filho de Deus que deseja construir um mundo melhor, que ama o Senhor e entende Seu amor. Chega de discursos inflamados, discussões teológicas, defesas de teses e placas de igreja. Não pertenço e não concordo com os neo-pentecostais que mercantilizam o evangelho (para mim são seitas) tampouco com os fundamentalistas exclusivistas hiper calvinistas que se consideram melhores e mais santos e de cima de seus pedestais ditam suas leis. Como disse Billy Graham, me considero um mendigo que achou um pedaço de pão e quer compartilhar com outro que passa fome.
Hoje, não me importo com cargos e títulos vazios e sim com minha família e amigos. Importante para mim é deixar um legado de caráter e exemplo e marcar as vidas dos que se aproximarem. Que o Espírito Santo me ajude nesta hora.
Salve o Kurios, Salve a Jesus, Rei dos Reis.
Soli Deo Gloria
terça-feira, 17 de agosto de 2010
O Dia do Excesso
Quem sabe possamos nos arrepender (metanoia) e assim evitar que o nosso planeta seja destruído por nossa indiferença.
Que Deus nos ajude,
Sole Dio Gloria
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
Diga Não ao Remorso
Jair Galatti
Soli Deo Gloria
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
Metanoia Alimentar
Li um artigo que dizia que “coletar informações” é diferente de aprender. Ler tudo sobre pintura não me tornará um pintor profissional (sei muito sobre esta frustração.). Convivo com a experiência do famoso efeito sanfona que assola os gordinhos, o certo seria a famosa “reeducação alimentar”, bonito não é? Mas muito difícil. Como a maioria dos indivíduos com sobrepeso (me sinto melhor assim), já fiz de tudo: dieta dos carboidratos, a quase-milagreira Sibutramina, ração humana, entre outras.
Mudar a forma de se alimentar, levar a sério os exercícios físicos, este com certeza é o caminho, mas como percorrê-lo?
É impossível fazer as mesmas coisas sempre e querer resultados diferentes – martela a minha médica.
-Metanóia alimentar – penso comigo mesmo
Preciso rever meus conceitos e torcer para não ter nada gostoso quando chegar em casa. Tenho um amigo querido que embora mais velho, consegue manter a forma. Ele claramente tem um metabolismo mais acelerado, graças a anos de exercícios físicos. Por um tempo acompanhei seus hábitos, joguei futebol, andei, corri e brinquei muito com meu filho unindo prazer com disciplina. Após perder 24 kg me senti realizado e por quase 2 anos mantive esta vitoria. Chegar perto dos 100 kg para mim é realmente uma glória. Mas o monstro do apetite retornou com força, parece que o prazer de comer dobrou, triplicou e minha cabeça doe se não me alimentar vorazmente.
- Já comeu seu lanche? – diz indignada minha esposa.
Se você também geralmente é atacado por este impulso de comer siga as instruções do Doutor Walter Minicucci, em azul minhas considerações:
- Saia do lugar onde estiver (vá para a rua, para a casa de alguém, para o clube, etc.). Vá para um lugar que lhe dê prazer, mas onde comer seja difícil. Lugar que dê prazer sem comida?
- Faça alguma coisa agradável que não permita que você coma ao mesmo tempo, (faça crochê, jogue bola ou baralho, escreva uma carta, dance, nade etc...). Crochê? Baralho? Escrever uma carta? Deve ser brincadeira! Isso engorda de tanto tédio!
- Se o impulso for muito grande e você não se controlar, tente comer alimentos de baixa caloria ou que demorem para serem preparados. Por exemplo, coma uma mexerica, quando além de descascá-la, você tirará todos os fios do seu gomo. Legal! Comerei 35 mexericas!
- Faça do ato de comer um ritual demorado e complexo, colocando a mesa, escolhendo os talheres. Assim, a chance de que o impulso de comer diminua é maior. Demorado e complexo? Este doutor tem filhos?
Pois é....
terça-feira, 10 de agosto de 2010
A Herança de um Pai
Estou prestes a ser pai novamente. Os comentários que ouço são os já esperados: - Ter filhos hoje em dia é um problema, haja dinheiro! Nossa, se prepara para as noites mal dormidas! Sim, eu sei de tudo isso e mais um pouco, com certeza não são os deveres de pai que me assustam e sim a responsabilidade de um legado que inspire meus filhos a seguirem meus exemplos.
Sempre conversamos, eu e minha esposa, sobre o que estamos fazendo e que tipo de homem nosso filho (o outro esta chegando) está se tornando. Sua personalidade aflora e a cada dia aprendemos a respeitá-la. A cada centímetro que ele cresce, junto vai nossa responsabilidade.
Infelizmente, não tenho como protegê-lo das agruras da vida, até porque, isso o prejudicaria. Que tipo de herança vou deixar como Pai? Com que armas equiparei meus filhos?
Percebe-se que nesta sociedade corrompida a figura paterna esta cada vez mais longe, aquele que “coloca a comida na mesa” nem sempre o faz como deveria. As mães também dividem esta tarefa nos nossos dias e em alguns casos assumem este posto. Então qual é o papel do Pai neste contexto moderno?
O Pai exemplo, fiel e justo não é retratado nas novelas e filmes e quando aparece na telinha é colocado como uma jóia rara e
O pai, que ao toque da campaninha, é aguardado debaixo da cama. Aquele que deveria ser o melhor amigo é lembrado como o disciplinador e porto seguro das mães que não conseguem corrigir seus filhos na sua ausência. Para que esperar a chegada do pai para instruir? A mão que deveria brincar e fazer carinho é vista como a que repreende e castiga. Ele deveria ser o que completa a educação, exemplo de caráter e honestidade.
A herança que eu vou deixar para meus filhos é de um pai que erra, acerta, luta, ama a Deus, respeita sua mãe e que os ama ardentemente.
E você o que pretende deixar?
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segunda-feira, 9 de agosto de 2010
Será que foi Deus quem uniu?
O que Deus ( ?) uniu o homem separa. Um cruzamento entre dados de estado conjugal e religião realizado pelo Núcleo de Estudos de População (Nepo) da Unicamp a pedido da Folha de São Paulo mostra que a fé não segura casamentos.
A proporção das mulheres separadas, desquitadas ou divorciadas de cada igreja é muito similar à distribuição das crenças pela população.
A base utilizada foi a Pesquisa Nacional de Demografia e Saúde da Criança e da Mulher, de 2006, do Ministério da Saúde e abarca mulheres em idade reprodutiva (entre 15 e 49 anos).
Se é relativamente fácil constatar que a fé não mantém casais unidos, bem mais difícil é descobrir o que o faz.
Segundo a pesquisadora Joice Melo Vieira, que cruzou os dados, estudos no Brasil e no exterior mostram que a preocupação é estar em relações satisfatórias. Como a separação já não é tão estigmatizada, o fim da união é sempre uma possibilidade quando as coisas vão mal.
No final, relata Vieira, o que faz casais à beira da separação pensarem duas vezes são a situação dos filhos e a questão financeira. Como hoje mais mulheres trabalham, a dependência econômica não segura mais o casamento. Já os filhos o fazem apenas por tempo limitado.
Estudos europeus apontam que durante a gravidez e o primeiro ano de vida da criança é mais baixa a chance de os pais se separarem.
Mas, à medida que os filhos crescem, esse deixa de ser um fator importante, e a probabilidade de separação volta a ser igual à de casais que nunca tiveram filhos.
Relação igualitária
Embora não haja uma receita para o sucesso da união, existem fatores preponderantes. O mais eficiente é a distribuição das tarefas familiares e domésticas entre o homem e a mulher. Quanto mais igualitária for, menores são os riscos de ruptura.
Não posso deixar de questionar algumas coisas : Até que ponto a Igreja tem colaborado? Porque não influenciamos (membros da Igreja) as pessoas ao ponto de manterem seus casamentos? Será que foi Deus quem uniu ou foi uma decisão precipitada?
Temos que ser mais pró-ativos do que reativos, ou seja, temos que aconselhar os noivos e listar motivos importantes antes do enlace matrimonial. Será que estão preparados para esta nova vida? Será que decidiram se amar apesar de todas as diferenças?
Se você, caro amigo, está prestes a tomar esta decisão, pense muito e reflita aos pés do Trono de Cristo. Deixe o Espírito Santo te orientar, não se precipite.
Que Deus proteja nossas famílias.
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
Lições de uma sábia Senhora
O Medo do Fracasso
Desculpe, você nunca saberá ao certo.
Tentamos traçar um caminho que fuja das decisões difíceis, queremos um Deus “God who responds quickly”; porque evitamos refletir sobre as pedras que repetidamente tropeçamos. Não suportamos fracassar, esta é a verdade.
E quando fracassamos? O que fazer?
Quando fracasso, busco o silêncio para falar com Deus. O Pai sempre presente me observa e inclinando-se ouve atentamente meus desabafos. Bato a porta da minha alma, e como adolescente rebelde, demonstro que não gostei do seu silêncio. Isso adianta? O que estou querendo? - quero sempre ouvir o rangido da porta se abrindo? Ouvir o tilintar das moedas? Quero a cura de todas as doenças? Quero o sucesso profissional a qualquer custo?.
Com diz o ditado: “Na Prática a teoria é outra”.
Quando começo a fraquejar, a mão do altíssimo me levanta, ouço (sinto) uma voz interior, algo que ecoa nas minhas entranhas. O Deus do impossível não segue as minhas diretrizes e vontades, age soberano como um pai zeloso. O Senhor da minha vida vê e conhece o final e decide não antecipar, não abrevia o que é importante. Aquele que me ama dirige meus passos e não me poupa das aflições deste mundo.
Poderosamente o Espírito consolador entra em ação, derrama o bálsamo nas feridas, a dor aos poucos vai diminuindo e o inchaço espiritual melhora. O meu fracasso? Esqueço, vamos em frente, tenho mais o que fazer.
2 Porque inclina para mim o seu ouvido, invocá-lo-ei enquanto viver.
3 Os laços da morte me cercaram; as angústias do Seol se
apoderaram de mim; sofri tribulação e tristeza.
4 Então invoquei o nome do Senhor, dizendo: Ó Senhor, eu te rogo,
livra-me.
5 Compassivo é o Senhor, e justo; sim, misericordioso é o nosso
Deus.
6 O Senhor guarda os simples; quando me acho abatido, ele me salva.
7 Volta, minha alma, ao teu repouso, pois o Senhor te fez bem.
8 Pois livraste a minha alma da morte, os meus olhos das lágrimas, e
os meus pés de tropeçar.
9 Andarei perante o Senhor, na terra dos viventes.
10 Cri, por isso falei; estive muito aflito.
11 Eu dizia na minha precipitação: Todos os homens são mentirosos.
12 Que darei eu ao Senhor por todos os benefícios que me tem feito?
13 Tomarei o cálice da salvação, e invocarei o nome do Senhor.
14 Pagarei os meus votos ao Senhor, na presença de todo o seu povo.
15 Preciosa é à vista do Senhor a morte dos seus santos.
16 Ó Senhor, deveras sou teu servo; sou teu servo, filho da tua
serva; soltaste as minhas cadeias.
17 Oferecer-te-ei sacrifícios de ação de graças, e invocarei o nome
do Senhor.
18 Pagarei os meus votos ao Senhor, na presença de todo o seu povo,
19 nos átrios da casa do Senhor, no meio de ti, ó Jerusalém! Louvai
ao Senhor.
Salmo 116
Louvado seja Deus.





