Ouça uma música enquanto lê...
Quando se trabalha com vendas, as viagens são frequentes e por vezes inusitadas. Meu destino era Cuiabá no Mato Grosso e o horário do vôo era ingrato (3:30 AM), evidentemente, por causa do preço da passagem. Vou tentar com detalhes descrever esta experiência.
Cheguei no Aeroporto ás 10:30PM, quem me levou foi minha esposa por isso o horário tão antecipado ( não queria que ela voltasse para casa muito tarde), já havia jantado por isso não me preocupei em me alimentar. Ledo engano. Fiz meu check-inn sem problemas e fiquei com apenas com minha bagagem de mão de 5kg, meu inseparável lap-top, minha carteira e alguns documentos importantes. Até aqui tudo ótimo e dentro do script. O aeroporto estava movimentado, as lojas abertas, livrarias cheias e funcionários sorridentes e prestativos. Sentei perto de uma das telas de lcd que passavam reprises de jogos e telejornais.
Ouvi muitas vozes, inúmeras línguas e trajes típicos, vi roupas de todas as grifes e até gente na moda (sisc). Alguns estão passeando e outros trabalhando. Pessoas trocam dinheiro nas agências de câmbio, embalam suas bagagens nos “baggage protection”, compram no free shopping Os pais estão mostrando os aviões aos filhos pendurados nos seus pescoços de "cavalinho", nesta hora já senti falta do meu filho. As faixas dos comandantes brilham, os federais são imponentes e a Infraero continua super faturando suas obras de ampliação do aeroporto que nunca acaba. As empresas aéreas travam combates pelos passageiros e querosene é queimada na pista com marca de pneus.
As coisas começaram a mudar quando o relógio passou da doze badaladas, o aeroporto começou a esvaziar aos poucos. O vento já cortada o saguão e seu zumbido já incomodava. Os últimos vôos “normais” já informavam LAST CALL GATE 3, e funcionários das empresas aéreas corriam de um lado para outro com cadeiras de rodas, idosos e crianças desacompanhadas.
De repente como uma passe de mágica, tudo mudou. Tripulantes cortavam o saguão já com seus uniformes amassados e com cara de sono dirigindo-se aos seus fretados, funcionários de terra já não se encontravam nos check-inn (alguns vazios), as lojas fecharam, os bancos também. Os funcionários das poucas lanchonetes já eram outros e o sorrisos haviam sumido. Os restaurantes fecharam ou se transformaram em American Bares. Me encontrei sozinho numa fileira central de cadeiras e apenas notícias antigas eram vinculadas nos Lcd´s. Comecei a caminhar pelo aeroporto e visitei todas as suas ASA’S, encontrei a capela e o ambulatório. As salas especiais dos cartões de credito estão vazias de seus executivos.
O frio apertava e o saguão parecia maior, o colorido tranformou-se em cinza.
2:25 A.M coisas estranhas começam acontecer, nas cadeiras aonde outrora sentavam pessoas bem arrumadas e falantes, agora são ocupadas por pessoas sem o menor pudor, as cadeiras viram camas e agarradas aos seus pertences dormem fazendo seus roncos serem ouvidos a distância. Não se vê mais adolescentes, idosos ou a alegria de crianças perguntando "Cadê o avião papai?”. O frio aperta, não tenho mais o que rever ou escrever no laptop, minhas anotações já foram decoradas e o livro terminou.
Neste momento tentei comer alguma coisa, péssima escolha:
- Bom dia
- sim (sonolento)..
- Um chocolate quente batido por favor
- tá...
depois de 10 minutos....
- Daria para bater mais um pouco?
- não...
- como?
- Este chocolate é horrivel, não dissolve direito...
- hummm....
Não prolonguei a conversa e nem quis discutir porque o semblante daquele infeliz me desencorajou. Enquanto tomava meu quase chocolate batido, um rapaz muito estranho pegou um violão e começou a tocar a pior música que eu já tinha ouvido, aquilo me fez andar pelo aeroporto para me afastar daquele som terrivel. Foi neste momento que avistei um monstro enorme que encerava o chão, com tentáculos que se mexiam fazendo brilhar o piso. Esta geringonça era dirigida por um senhor dificil de descrever, parecia que se integrava a máquina ou talvez tivesse nascido junto com ela.
Desviei daquela máquina bizarra e tentei sentar novamente, os gordinhos dormindo nas cadeiras ao lado, mostravam sem medo seus “cofres” gigantes de calças de cintura baixa, realmente impressionante. Levantei e fui ao banheiro, lá observei funcionários simplesmente “tomando banho” na pia, escovando dentes, colocando as gravatas e passando tubos de gel nos cabelos.
Fiquei aliviado quando pude entrar na sala de espera passando pelo raio-X, lá pelo menos as pessoas parecem que vão viajar!. Já dentro do avião comendo minha barra de cereias e tomando suco de laranja, respirei fundo, agradeci ao comissário e sorri amarelo; afinal em breve estarei pousando no aeroporto de Cuiabá.
Que Deus me ajude...
sexta-feira, 30 de julho de 2010
O Aeroporto
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Jair Galatti e Família
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19:10:00
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terça-feira, 27 de julho de 2010
Enxergando a nós mesmos - Parte II - O Iglu
Olá,
Creio que todos conhecem um Iglu não é?

Eles são construídos especialmente quando o povo esquimó saem numa longa viagem para caçar e pescar. Dentre as curiosidades e aspectos peculiares desta casa de gelo alguns me chamaram a atenção. Os pequenos esquimós (os homens tem em média 1,60cm) constroem suas casas em forma de espiral ascendente com um tijolo maior em cima como pedra angular que sustenta toda a construção. A resistência dos iglus aumenta com o tempo. As tempestades de neve e as geadas colaboram para que os blocos de gelo fiquem cada vez mais resistentes e grossos. A temperatura é estável, visto que é o gelo que mantém o calor no interior. As lâmpadas á óleo de foca (kulliq) derretem levemente a neve e cimentam toda a estrutura, que podem suportar um peso considerável sobre o "teto". Os esquimós se utilizam daquilo que eles extraem da natureza para suprir suas necessidades. Mulheres, homens todos tem funções estabelecidas e vivem em harmonia.
Sábios esquimós!
Será que conseguiremos construir a nossa Casa de Gelo?
No decorrer dos anos, tijolo a tijolo, estamos construindo nosso iglu pessoal. Talvez nos falte a experiência dos esquimós, e quem sabe a disposição para fortalecer a trajetória de nossas vidas com as tempestades de gelo. E a pedra Angular? O que seria? Aonde achá-la? Na simbologia do Iglu de nada adiantará levantar as paredes de gelo, usar o óleo para cimentar a estrutura se a pedra angular não existir. Quando olhamos para nós mesmos, temos que avaliar se o que nós estamos construindo está firme e o que na realidade está sustentando nossa vida.
Será que vimos as tempestades como bençãos como os esquimós? Será que mantemos a estabilidade interior como eles conseguem com a fogueira ?
Que olhando para nós mesmos, nossos corações sejam aquecidos pelas fogueiras, nossas casas sustentadas pela pedra angular e que as tempestades e geadas sejam para nos fortalecer.
Respondendo as indagações acima: Jesus Cristo é chamado de pedra angular na Bíblia...pense nisso.
Continua.....
Creio que todos conhecem um Iglu não é?

Eles são construídos especialmente quando o povo esquimó saem numa longa viagem para caçar e pescar. Dentre as curiosidades e aspectos peculiares desta casa de gelo alguns me chamaram a atenção. Os pequenos esquimós (os homens tem em média 1,60cm) constroem suas casas em forma de espiral ascendente com um tijolo maior em cima como pedra angular que sustenta toda a construção. A resistência dos iglus aumenta com o tempo. As tempestades de neve e as geadas colaboram para que os blocos de gelo fiquem cada vez mais resistentes e grossos. A temperatura é estável, visto que é o gelo que mantém o calor no interior. As lâmpadas á óleo de foca (kulliq) derretem levemente a neve e cimentam toda a estrutura, que podem suportar um peso considerável sobre o "teto". Os esquimós se utilizam daquilo que eles extraem da natureza para suprir suas necessidades. Mulheres, homens todos tem funções estabelecidas e vivem em harmonia.
Sábios esquimós!
Será que conseguiremos construir a nossa Casa de Gelo?
No decorrer dos anos, tijolo a tijolo, estamos construindo nosso iglu pessoal. Talvez nos falte a experiência dos esquimós, e quem sabe a disposição para fortalecer a trajetória de nossas vidas com as tempestades de gelo. E a pedra Angular? O que seria? Aonde achá-la? Na simbologia do Iglu de nada adiantará levantar as paredes de gelo, usar o óleo para cimentar a estrutura se a pedra angular não existir. Quando olhamos para nós mesmos, temos que avaliar se o que nós estamos construindo está firme e o que na realidade está sustentando nossa vida.
Será que vimos as tempestades como bençãos como os esquimós? Será que mantemos a estabilidade interior como eles conseguem com a fogueira ?
Que olhando para nós mesmos, nossos corações sejam aquecidos pelas fogueiras, nossas casas sustentadas pela pedra angular e que as tempestades e geadas sejam para nos fortalecer.
Respondendo as indagações acima: Jesus Cristo é chamado de pedra angular na Bíblia...pense nisso.
Continua.....
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Jair Galatti e Família
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17:02:00
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segunda-feira, 26 de julho de 2010
Enxergando a nós mesmos - Parte I : O Quarto da Bagunça
Olá,
Entrevistadores famosos como Marília Gabriela, Clodovil Hernandez entre outros, usavam como estratégia confrontar seus entrevistados através de perguntas que procuravam vasculhar o mais íntimo de cada história de vida. Perguntas como “Você por você mesmo” ou “Olha para aquela câmera e diga pra mim” visavam vasculhar as intimidades de cada um que se arriscava em aceitar os convites para uma entrevista.
Eu te pergunto: Você já tentou se definir? Já expôs seu coração?
Evidente que é mais fácil, e mais confortável eu diria, analisar os outros. Mas quando viramos as lentes para nós mesmos tudo fica mais complexo. Não é meu objetivo “filosofar” parafraseando livros de auto-ajuda ou acomodá-lo em meu pretensioso divã, gostaria apenas que você fizesse um esforço e considerasse meus conceitos, que embora empíricos, refletem o que entendo como verdade.
Para ilustrar nossa “viagem ao centro de nós mesmos” usarei figuras das mais distintas e mais tarde aplicarei tudo nas minhas conclusões:
(1) O quarto/porão da bagunça:

Desde pequeno vejo o meu pai citando este lugar, às vezes criticando sua existência em outro momento ajudando a enchê-lo de tranqueiras. Morei em uma casa que tinha um porão. Lá, no porão, meu pai guardava madeiras (sobras da construção) latas de tinta, ferramentas, materiais de limpeza e outras coisas sem utilidade ou fora do prazo de validade. O porão vivia sendo visitado por ratos enormes que meu pequeno cachorro insistia em caçá-los em cenas hilárias e perseguições implacáveis! Hoje em dia na minha casa atual, existe um quintal que divido com minha sogra. No quartinho é depositado quase tudo que não serve ou está muito velho. Neste lugar frio e úmido existem ferramentas, tinta, peças de carro, rolos de pintura, cadeiras de praia, sacos de cimento, parafusos e porcas, brinquedos velhos, estantes de ferro (ufa) entre outras coisas que tenho até medo de olhar.
O Interessante é que todos reclamam, criticam, mas ninguém resolve limpá-lo definitivamente, e o quarto continua amarrotado de coisas sem utilidade e guardadas sem propósito.
Simbolicamente falando pessoas mantêm este quarto dentro de seus corações, lugares que não queremos limpar. Aonde sentimentos foram se alojando como parasitas que se alimentam das vitaminas do organismo. Não queremos mais “usar” nada deste lugar, mas não desistimos de guardá-los.
Páginas deveriam ser viradas, pessoas esquecidas, situações adversas vencidas. A vida deveria subjugar a morte, o amor vencer o jugo do ódio.
Infelizmente muitas vezes este dilema permanece e o quarto continua enchendo...
- Nossa como há tranqueira neste porão - minha mãe dizia.
E os “ratos” continuam sendo perseguidos...
Continua......
Entrevistadores famosos como Marília Gabriela, Clodovil Hernandez entre outros, usavam como estratégia confrontar seus entrevistados através de perguntas que procuravam vasculhar o mais íntimo de cada história de vida. Perguntas como “Você por você mesmo” ou “Olha para aquela câmera e diga pra mim” visavam vasculhar as intimidades de cada um que se arriscava em aceitar os convites para uma entrevista.
Eu te pergunto: Você já tentou se definir? Já expôs seu coração?
Evidente que é mais fácil, e mais confortável eu diria, analisar os outros. Mas quando viramos as lentes para nós mesmos tudo fica mais complexo. Não é meu objetivo “filosofar” parafraseando livros de auto-ajuda ou acomodá-lo em meu pretensioso divã, gostaria apenas que você fizesse um esforço e considerasse meus conceitos, que embora empíricos, refletem o que entendo como verdade.
Para ilustrar nossa “viagem ao centro de nós mesmos” usarei figuras das mais distintas e mais tarde aplicarei tudo nas minhas conclusões:
(1) O quarto/porão da bagunça:

Desde pequeno vejo o meu pai citando este lugar, às vezes criticando sua existência em outro momento ajudando a enchê-lo de tranqueiras. Morei em uma casa que tinha um porão. Lá, no porão, meu pai guardava madeiras (sobras da construção) latas de tinta, ferramentas, materiais de limpeza e outras coisas sem utilidade ou fora do prazo de validade. O porão vivia sendo visitado por ratos enormes que meu pequeno cachorro insistia em caçá-los em cenas hilárias e perseguições implacáveis! Hoje em dia na minha casa atual, existe um quintal que divido com minha sogra. No quartinho é depositado quase tudo que não serve ou está muito velho. Neste lugar frio e úmido existem ferramentas, tinta, peças de carro, rolos de pintura, cadeiras de praia, sacos de cimento, parafusos e porcas, brinquedos velhos, estantes de ferro (ufa) entre outras coisas que tenho até medo de olhar.
O Interessante é que todos reclamam, criticam, mas ninguém resolve limpá-lo definitivamente, e o quarto continua amarrotado de coisas sem utilidade e guardadas sem propósito.
Simbolicamente falando pessoas mantêm este quarto dentro de seus corações, lugares que não queremos limpar. Aonde sentimentos foram se alojando como parasitas que se alimentam das vitaminas do organismo. Não queremos mais “usar” nada deste lugar, mas não desistimos de guardá-los.
Páginas deveriam ser viradas, pessoas esquecidas, situações adversas vencidas. A vida deveria subjugar a morte, o amor vencer o jugo do ódio.
Infelizmente muitas vezes este dilema permanece e o quarto continua enchendo...
- Nossa como há tranqueira neste porão - minha mãe dizia.
E os “ratos” continuam sendo perseguidos...
Continua......
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Jair Galatti e Família
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19:27:00
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quinta-feira, 22 de julho de 2010
O Firewall dos céus
Atualmente sou um especialista em soluções para empresas. A mais interessante é um hardware (appliance) que contém vários aplicativos de segurança de rede e internet. A função mais importante é o chamado Firewall, ou seja, muro de fogo ,que inspeciona tudo que entra ou sai virtualmente da empresa. Ele detecta intrusões, invasões e as bloqueia automaticamente. O que não for identificado é transferido para uma região segura para ser analisado posteriormente. Esta inteligência contribui para evitar roubo de dados importantes da empresa e manter segura a conexão entre todos os funcionários.
Quero te convidar a “viajar” comigo. Vamos imaginar que tivéssemos algum tipo de firewall de entrada da nossa alma, um equipamento que identificasse e bloqueasse tudo o que fizesse mal a nossa vida. Palavras de maldição lançadas seriam impedidas de nos ferir, pessoas mal-intencionadas não conseguiriam nos influenciar e seríamos poupados das consequências das adversidades da vida cotidiana. Este equipamento iria monitar nossos “picos” de emoções, nos enviaria um alerta todas as vezes que nossa pressão arterial subisse ou se alterasse.
Mas este equipamento não existe. Ou existe?
Pense comigo, reflita. Você nunca teve a sensação de estar ouvindo uma voz interior?
Quando estamos fora da visão de conhecidos, quando os holofotes se apagam e não existe platéia para criticar ou aplaudir, agimos sozinhos e livres. Nestes momentos em que travamos duelos internos somos surpreendidos muitas vezes por alguém ou alguma coisa que “fala” conosco, tenha certeza disso. Alguns chamam de consciência. (lembram do grilo falante?)
Quero te dizer que podemos ter mais do que isso.....
Quero terminar nossa viagem dizendo a você que existe alguém que observa tudo e sabe de tudo. Jesus Cristo após ter ressuscitado disse antes de subir aos céus “ Vocês não estarão sozinhos, deixarei convosco o Consolador”. Este Consolador é muito poderoso, e sendo a 3° pessoa da trindade pode nos proteger de tudo e de todos. Temos que ouví-lo e seguir suas instruções.
Deus nos concede a proteção (firewall) dos céus, basta crer e aceitar o senhorio de Cristo que será “instalado” na sua alma o melhor equipamento de segurança que existe.
Aquele que tem ouvidos ouça o que o Espirito diz as igrejas......
Proteja a sua alma, creia em Jesus.
Quero te convidar a “viajar” comigo. Vamos imaginar que tivéssemos algum tipo de firewall de entrada da nossa alma, um equipamento que identificasse e bloqueasse tudo o que fizesse mal a nossa vida. Palavras de maldição lançadas seriam impedidas de nos ferir, pessoas mal-intencionadas não conseguiriam nos influenciar e seríamos poupados das consequências das adversidades da vida cotidiana. Este equipamento iria monitar nossos “picos” de emoções, nos enviaria um alerta todas as vezes que nossa pressão arterial subisse ou se alterasse.
Mas este equipamento não existe. Ou existe?
Pense comigo, reflita. Você nunca teve a sensação de estar ouvindo uma voz interior?
Quando estamos fora da visão de conhecidos, quando os holofotes se apagam e não existe platéia para criticar ou aplaudir, agimos sozinhos e livres. Nestes momentos em que travamos duelos internos somos surpreendidos muitas vezes por alguém ou alguma coisa que “fala” conosco, tenha certeza disso. Alguns chamam de consciência. (lembram do grilo falante?)
Quero te dizer que podemos ter mais do que isso.....
Quero terminar nossa viagem dizendo a você que existe alguém que observa tudo e sabe de tudo. Jesus Cristo após ter ressuscitado disse antes de subir aos céus “ Vocês não estarão sozinhos, deixarei convosco o Consolador”. Este Consolador é muito poderoso, e sendo a 3° pessoa da trindade pode nos proteger de tudo e de todos. Temos que ouví-lo e seguir suas instruções.
Deus nos concede a proteção (firewall) dos céus, basta crer e aceitar o senhorio de Cristo que será “instalado” na sua alma o melhor equipamento de segurança que existe.
Aquele que tem ouvidos ouça o que o Espirito diz as igrejas......
Proteja a sua alma, creia em Jesus.
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Jair Galatti e Família
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17:51:00
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quarta-feira, 21 de julho de 2010
As Profissionais da Bola

É evidente que a prostituição em todos os seus segmentos não é exclusivo do nosso país, mas certamente somos uma excelente “referência”.
Temos várias modalidades : A Prostituição Infantil, o Sexo-turismo, as Scort-girls (garotas de programa), as garotas de rua, as “massagistas”, as garotas de “agências” especializadas e talvez as mais famosas : As Profissionais da bola.
As famosas maria-chuteiras com seus silicones, piercings, tinturas, passos de funk e barrigas de fora invadiram os noticiários e infelizmente as páginas policiais.
Os especialistas dizem que o determinante mais comum de ingresso na prostituição é o fator econômico, sendo seguido pelo fim do casamento e pelo abandono da família, associados à dificuldade de integração no mercado de trabalho.
No entanto no caso do goleiro Bruno, ficou claro a importância de uma família estruturada. Se nós acompanharmos a trajetória destas garotas veremos sempre a busca pela fama e pelo dinheiro. Nota-se claramente a ausência de valores morais e a falta da referência paterna.
Associado a este ambiente temos a figura do centrado, culto e sempre sóbrio Jogador de Futebol: “Aonde come duas (crianças), come três ou quatro” ou “Quem de vocês nunca saiu na mão com uma mulher não é?”
Indivíduos que na maioria dos casos conviveram com a miséria na sua infância, alguns não conheceram o amor e o carinho. Seus amigos morreram ou estão envolvidos no tráfico. Namoradas eram raras, porque as mais bonitas buscavam sair do morro ou da favela.
De repente vem a bola e os transforma em Brad Pit´s e George Clooney s. Os erros de português são agora aceitáveis e seus nomes são reverenciados na mídia como heróis. Jóias, carros, mansões trazem status e eles são alvo, objetivo, oportunidade de sair da miséria para muitas mulheres. Crianças são concebidas, pensões são pagas, tribunais são abertos e os advogados compram seus carros de luxo.
A família mais próxima são os sempre presentes “empresários”, canibais insaciáveis que assediam meninos de 13 anos de idade. Embora os clubes (pelo menos os melhores) disponibilizem psicólogos, na maioria das situações a preocupação com o comportamento extra campo não existe. Achei interessante a entrevista com o diretor de Futebol, o fantástico Zico, dizendo que o Flamengo poderia e deveria ter ajudado mais o Bruno, no que concordo plenamente.
Os meninos-homens são coagidos, pressionados, não existe apoio da família, não existem amigos honestos, não buscam a Deus. Fazem pactos, tauagens e pessoas desaparecem.
Amor e ódio, dinheiro e miséria, vida e morte, tudo se relaciona, tudo se mistura.
Os que se salvaram deste cenário, conseguiram apoio da família e acima de tudo se aproximaram de Deus.
Que Deus proteja as crianças que nascem sem serem desejadas.
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Jair Galatti e Família
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17:18:00
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terça-feira, 13 de julho de 2010
Preconceito, assista os Vídeos.
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Jair Galatti e Família
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19:09:00
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segunda-feira, 12 de julho de 2010
O Sonho de um homem e a mão de Deus
Na sua imensa maioria as pessoas sonham em ter uma família feliz. Quando encontram uma pessoa que a preencha traçam metas e objetivos. Querem começar uma vida juntas. Desejam ter filhos, uma casa, viajar e envelhecer celebrando o amor. Dividem suas tristezas e compartilham alegrias. Alguns demoram mais para decidir, outros são mais ansiosos e fazem mais rapidamente. Mas no fundo ninguém quer viver sozinho, como é bom realizar coisas e atingir objetivos na vida tendo uma pessoa fiel ao lado.
O que você faria quando tudo que você acredita desmorona? Quando a pessoa que você confia e ama te trai? Quando seus planos para o futuro são destruídos?
Vamos rever uma a historia de um homem que planejou seu futuro. Um homem sensato, de bons costumes e que honrava as tradições. Este homem desde seus 13 anos, (bar mitzvah; atingindo a fase considerada adulta), havia seguido o conselho e a orientação de seus pais e escolhera a mulher que viveria o resto de sua vida. Durante um ano, mesmo casado não tocou em sua esposa segundo os costumes da época. Ele aguardava com muita expectativa sua união definitiva com sua noiva, a menina Maria. Desde sua adolescência ele imaginou sua vida daquela forma. Tinha o rumo de sua vida nas mãos. Um homem de caráter, que tinha bons princípios e que amava a Deus.
Porem, um dia a vida lhe deu uma “rasteira” ele viu do dia para noite sua reputação, orgulho, sua condição perante a sociedade, seu amor traído da pior forma possível. Ele ouviu uma história que envolvia blasfêmias e absurdos.
A mulher que amava, sim o seu grande amor o esfaqueava pelas costas.
Sua esposa ficara grávida na época do desposório! E pior, dizia ser Deus o Pai! As palavras daquela mulher atingiram seu peito como um tijolo. Embora ela falasse de uma benção ele considerava uma blasfêmia o acontecido e uma onda enorme de perguntas povoou sua mente:
Quem era o pai? Ela foi abusada ou consentiu? Como pude me enganar tanto com uma pessoa? Será que ela é louca? Esta apaixonada por outro? Porque ela fez isso comigo? O que faço agora da minha vida? E os meus planos?
Logo que soube correu, correu ate chegar num penhasco fora da cidade. Após horas na escuridão, sentia o corpo exausto de dor. Ele queria tomar uma atitude, mas sabiamente esperou até seus pensamentos acalmarem. Mando apedrejá-la? Ele tinha este direito conforme a lei judaica. Isso não só limparia seu nome na sociedade como salvaria sua honra ferida. Mas ele era decente demais para isso. Ele decidiu divorciar-se secretamente. Com este divorcio secreto ele poderia tocar sua vida adiante e que a família dela cuide da criança, disse consigo mesmo.
De repente veio a solução de Deus para aquele tormento, a explicação para todas as situações viria do céu. Um anjo apareceu. Ele ficou estarrecido, mas mesmo se sentindo assustado assumiu a responsabilidade, privou-se de seus direitos de marido (não tocou em Maria até Jesus nascer) e enfrentou a sociedade levando para sua casa uma mulher grávida e tomando para si a paternidade da criança.
A vida dele tomou novos rumos, a felicidade bateu em sua porta. Construiu uma família linda, teve outros filhos e uma esposa honrada e que o amou para sempre. Deus nunca o abandonara.
Seu nome era José.....
Qual é a sua História? Deus continua no seu trono e pode mudá-la!
O que você faria quando tudo que você acredita desmorona? Quando a pessoa que você confia e ama te trai? Quando seus planos para o futuro são destruídos?
Vamos rever uma a historia de um homem que planejou seu futuro. Um homem sensato, de bons costumes e que honrava as tradições. Este homem desde seus 13 anos, (bar mitzvah; atingindo a fase considerada adulta), havia seguido o conselho e a orientação de seus pais e escolhera a mulher que viveria o resto de sua vida. Durante um ano, mesmo casado não tocou em sua esposa segundo os costumes da época. Ele aguardava com muita expectativa sua união definitiva com sua noiva, a menina Maria. Desde sua adolescência ele imaginou sua vida daquela forma. Tinha o rumo de sua vida nas mãos. Um homem de caráter, que tinha bons princípios e que amava a Deus.
Porem, um dia a vida lhe deu uma “rasteira” ele viu do dia para noite sua reputação, orgulho, sua condição perante a sociedade, seu amor traído da pior forma possível. Ele ouviu uma história que envolvia blasfêmias e absurdos.
A mulher que amava, sim o seu grande amor o esfaqueava pelas costas.
Sua esposa ficara grávida na época do desposório! E pior, dizia ser Deus o Pai! As palavras daquela mulher atingiram seu peito como um tijolo. Embora ela falasse de uma benção ele considerava uma blasfêmia o acontecido e uma onda enorme de perguntas povoou sua mente:
Quem era o pai? Ela foi abusada ou consentiu? Como pude me enganar tanto com uma pessoa? Será que ela é louca? Esta apaixonada por outro? Porque ela fez isso comigo? O que faço agora da minha vida? E os meus planos?
Logo que soube correu, correu ate chegar num penhasco fora da cidade. Após horas na escuridão, sentia o corpo exausto de dor. Ele queria tomar uma atitude, mas sabiamente esperou até seus pensamentos acalmarem. Mando apedrejá-la? Ele tinha este direito conforme a lei judaica. Isso não só limparia seu nome na sociedade como salvaria sua honra ferida. Mas ele era decente demais para isso. Ele decidiu divorciar-se secretamente. Com este divorcio secreto ele poderia tocar sua vida adiante e que a família dela cuide da criança, disse consigo mesmo.
De repente veio a solução de Deus para aquele tormento, a explicação para todas as situações viria do céu. Um anjo apareceu. Ele ficou estarrecido, mas mesmo se sentindo assustado assumiu a responsabilidade, privou-se de seus direitos de marido (não tocou em Maria até Jesus nascer) e enfrentou a sociedade levando para sua casa uma mulher grávida e tomando para si a paternidade da criança.
A vida dele tomou novos rumos, a felicidade bateu em sua porta. Construiu uma família linda, teve outros filhos e uma esposa honrada e que o amou para sempre. Deus nunca o abandonara.
Seu nome era José.....
Qual é a sua História? Deus continua no seu trono e pode mudá-la!
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quarta-feira, 7 de julho de 2010
A Voz do Polvo é a voz de deus !
Qual foi seu palpite? Ganhou alguma coisa no bolão da empresa?
Confesso que gostei, a fúria mereceu ganhar !
Agora fica uma pergunta : O que vai ser do polvo alemão? será que vai para a panela? é bem possivel.
Veremos com certeza uma nova iguaria na culinária alemã, coitado do pequeno Paul. A faixa no estádio dizia " até o polvo pode errar"
Mas ele não errou...vai Fúria !
Confesso que gostei, a fúria mereceu ganhar !
Agora fica uma pergunta : O que vai ser do polvo alemão? será que vai para a panela? é bem possivel.
Veremos com certeza uma nova iguaria na culinária alemã, coitado do pequeno Paul. A faixa no estádio dizia " até o polvo pode errar"
Mas ele não errou...vai Fúria !
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Jair Galatti e Família
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17:58:00
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terça-feira, 6 de julho de 2010
Valorizando o que tem valor
Meu pai me disse uma vez, “tudo o que você foca, cresce”, resta saber se estamos focando o lado ou as pessoas certas.
Quando me refiro às pessoas, as vejo como o “ingrediente principal da felicidade sustentável”.
O salmo 1 diz: Bem aventurado o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores. (grifo meu)
Como identificar os Ímpios, os pecadores e os escarnecedores?
Confesso que hoje em dia, não consigo classificar tão facilmente estes indivíduos, os “bodes” e as “ovelhas” se misturaram como que irmãos siameses. Lamentavelmente temos poucas referências de caráter. De certa forma isso me empurra para Jesus como único, exclusivo e definitivo formato de santidade, caráter, coerência e justiça. Isso é muito bom, mas me frustra.
Tenho como verdade na minha vida, que tudo que possa me distanciar da minha fé, das pessoas que eu amo e das coisas que acredito não podem definitivamente me fazer bem e consequentemente não me farão feliz. É necessário que eu siga as orientações bíblicas, mas não perdendo de vista que Deus pode me usar (tem me usado muito ultimamente) para ajudar os outros, mesmo que sejam “intragáveis” na minha pobre visão distorcida e egoísta.
Embora não consigamos enxergar muitas vezes sua importância ou valor, algumas pessoas são vitais para o nosso bem estar e sucesso na vida. Pessoas que não necessariamente são amigas, mas que serão exemplos do que fazer ou do que não fazer. Os relacionamentos interpessoais são imprescindíveis para o nosso crescimento como seres humanos. Desde nossa criação Deus idealizou o homem para se relacionar com Ele e com seus (do homem) semelhantes. Jesus deixou claro esta vontade ensinando de forma direta e conclusiva que devemos “amar uns aos outros como Ele nos ama”.
O fato é que algumas pessoas que cruzam nossa vida nos prejudicam e como um remédio amargo são difíceis de ingerir. São pessoas que inevitavelmente teremos que interagir para exercer nossa profissão, por exemplo. A cada dia precisamos nos policiar para não sermos chatos, críticos e exaustivamente intolerantes.
Classifico como o ítem mais importante, ou o “Gran finale” nesta receita a consciência que as pessoas mais próximas, mais íntimas devem ser valorizadas. Este negócio de machucar as pessoas que amamos funciona como os espinhos que ferem e tiram a beleza e o perfume da flor apreciada. Da mesma forma que é difícil ver o crescimento de seu filho, centímetros a cada noite, pecamos em não demonstrar nosso amor as pessoas importantes de nossa vida dia após dia deixando que este (o amor) passe despercebido. Pessoas que são queridas devem se sentir queridas.
Amigo, não escrevo isso como exemplo, mas como mais um que erra continuamente. Peço a Deus que me ajude a melhorar na mesma intensidade que agradeço pela tolerância das pessoas que amo.
Caráter é aquilo que está disposto a fazer quando os holofotes foram desligados, os aplausos terminaram e ninguém está a sua volta para lhe dar importância. (Autor: Ann Landers.)
Termino esta missiva com a seguinte receita:
Valorize as pessoas que ama, afaste-se dos que te fazem mal, aproxime-se de Jesus.
Viva o Rei Jesus.
Quando me refiro às pessoas, as vejo como o “ingrediente principal da felicidade sustentável”.
O salmo 1 diz: Bem aventurado o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores. (grifo meu)
Como identificar os Ímpios, os pecadores e os escarnecedores?
Confesso que hoje em dia, não consigo classificar tão facilmente estes indivíduos, os “bodes” e as “ovelhas” se misturaram como que irmãos siameses. Lamentavelmente temos poucas referências de caráter. De certa forma isso me empurra para Jesus como único, exclusivo e definitivo formato de santidade, caráter, coerência e justiça. Isso é muito bom, mas me frustra.
Tenho como verdade na minha vida, que tudo que possa me distanciar da minha fé, das pessoas que eu amo e das coisas que acredito não podem definitivamente me fazer bem e consequentemente não me farão feliz. É necessário que eu siga as orientações bíblicas, mas não perdendo de vista que Deus pode me usar (tem me usado muito ultimamente) para ajudar os outros, mesmo que sejam “intragáveis” na minha pobre visão distorcida e egoísta.
Embora não consigamos enxergar muitas vezes sua importância ou valor, algumas pessoas são vitais para o nosso bem estar e sucesso na vida. Pessoas que não necessariamente são amigas, mas que serão exemplos do que fazer ou do que não fazer. Os relacionamentos interpessoais são imprescindíveis para o nosso crescimento como seres humanos. Desde nossa criação Deus idealizou o homem para se relacionar com Ele e com seus (do homem) semelhantes. Jesus deixou claro esta vontade ensinando de forma direta e conclusiva que devemos “amar uns aos outros como Ele nos ama”.
O fato é que algumas pessoas que cruzam nossa vida nos prejudicam e como um remédio amargo são difíceis de ingerir. São pessoas que inevitavelmente teremos que interagir para exercer nossa profissão, por exemplo. A cada dia precisamos nos policiar para não sermos chatos, críticos e exaustivamente intolerantes.
Classifico como o ítem mais importante, ou o “Gran finale” nesta receita a consciência que as pessoas mais próximas, mais íntimas devem ser valorizadas. Este negócio de machucar as pessoas que amamos funciona como os espinhos que ferem e tiram a beleza e o perfume da flor apreciada. Da mesma forma que é difícil ver o crescimento de seu filho, centímetros a cada noite, pecamos em não demonstrar nosso amor as pessoas importantes de nossa vida dia após dia deixando que este (o amor) passe despercebido. Pessoas que são queridas devem se sentir queridas.
Amigo, não escrevo isso como exemplo, mas como mais um que erra continuamente. Peço a Deus que me ajude a melhorar na mesma intensidade que agradeço pela tolerância das pessoas que amo.
Caráter é aquilo que está disposto a fazer quando os holofotes foram desligados, os aplausos terminaram e ninguém está a sua volta para lhe dar importância. (Autor: Ann Landers.)
Termino esta missiva com a seguinte receita:
Valorize as pessoas que ama, afaste-se dos que te fazem mal, aproxime-se de Jesus.
Viva o Rei Jesus.
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Jair Galatti e Família
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17:37:00
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domingo, 4 de julho de 2010
O Gosto amargo da Laranja
Olha gente eu fiz uma força enorme para não escrever sobre isso, mas ouvindo as últimas "explicações" sobre nossa desclassificação, não resisti.
Primeiro : Jorginho diz que não faria nada diferente, tudo de melhor foi feito. ah? sério? e eu que pensei que o título fosse o objetivo.
Segundo: Todo mundo já sabia que Felipe Melo jogava daquele jeito, mas sobrou pra gente apenas as desculpas.
Terceiro: O nosso time (todo mundo tambem sabia) não tinha criatividade, aliás, seguiam o que foi o seu treinador.
Algumas cenas me deixaram realmente triste ; o choro sincero do Julio Cesar, o rosto decepcionado do Kaka e acima de tudo as crianças no estádio e nas concentrações no Brasil.
Agora quero deixar uma crítica ao torcedor Brasileiro, vamos deixar de ser arrogantes futebolísticamente falando, pois não ganharemos tudo sempre e perder faz parte.
Antes de terminar fica meu apelo ; Aproveitemos as vuvuzelas, as caras pintadas, as bandeirinhas nos carros, as bandeiras nas janelas para nessa próxima eleição cobrar, exigir, e votar com consciência e critério.

Vai Brasil....
Postado por
Jair Galatti e Família
às
18:05:00
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