
É evidente que a prostituição em todos os seus segmentos não é exclusivo do nosso país, mas certamente somos uma excelente “referência”.
Temos várias modalidades : A Prostituição Infantil, o Sexo-turismo, as Scort-girls (garotas de programa), as garotas de rua, as “massagistas”, as garotas de “agências” especializadas e talvez as mais famosas : As Profissionais da bola.
As famosas maria-chuteiras com seus silicones, piercings, tinturas, passos de funk e barrigas de fora invadiram os noticiários e infelizmente as páginas policiais.
Os especialistas dizem que o determinante mais comum de ingresso na prostituição é o fator econômico, sendo seguido pelo fim do casamento e pelo abandono da família, associados à dificuldade de integração no mercado de trabalho.
No entanto no caso do goleiro Bruno, ficou claro a importância de uma família estruturada. Se nós acompanharmos a trajetória destas garotas veremos sempre a busca pela fama e pelo dinheiro. Nota-se claramente a ausência de valores morais e a falta da referência paterna.
Associado a este ambiente temos a figura do centrado, culto e sempre sóbrio Jogador de Futebol: “Aonde come duas (crianças), come três ou quatro” ou “Quem de vocês nunca saiu na mão com uma mulher não é?”
Indivíduos que na maioria dos casos conviveram com a miséria na sua infância, alguns não conheceram o amor e o carinho. Seus amigos morreram ou estão envolvidos no tráfico. Namoradas eram raras, porque as mais bonitas buscavam sair do morro ou da favela.
De repente vem a bola e os transforma em Brad Pit´s e George Clooney s. Os erros de português são agora aceitáveis e seus nomes são reverenciados na mídia como heróis. Jóias, carros, mansões trazem status e eles são alvo, objetivo, oportunidade de sair da miséria para muitas mulheres. Crianças são concebidas, pensões são pagas, tribunais são abertos e os advogados compram seus carros de luxo.
A família mais próxima são os sempre presentes “empresários”, canibais insaciáveis que assediam meninos de 13 anos de idade. Embora os clubes (pelo menos os melhores) disponibilizem psicólogos, na maioria das situações a preocupação com o comportamento extra campo não existe. Achei interessante a entrevista com o diretor de Futebol, o fantástico Zico, dizendo que o Flamengo poderia e deveria ter ajudado mais o Bruno, no que concordo plenamente.
Os meninos-homens são coagidos, pressionados, não existe apoio da família, não existem amigos honestos, não buscam a Deus. Fazem pactos, tauagens e pessoas desaparecem.
Amor e ódio, dinheiro e miséria, vida e morte, tudo se relaciona, tudo se mistura.
Os que se salvaram deste cenário, conseguiram apoio da família e acima de tudo se aproximaram de Deus.
Que Deus proteja as crianças que nascem sem serem desejadas.
Maria Chuteiras nada mais sao que um tipo de prosituiçao mesmo
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