
Nos campos da Africa do Sul muito se fala da Jabulani, ou seja, da bola desenvolvida especialmente para esta copa do mundo. Não quero entrar no mérito se foi inteligente ou não, mas sem dúvida a mudança de peso e o material que nela foram utilizados trouxeram problemas aos atletas do mundo inteiro.
- Parece bola de supermercado ! queixou-se Julio Cesar, goleiro da seleção Brasileira.
Assisti, até com certa dó, a dificuldade de adaptação dos goleiros para defender os chutes. Grandes frangos ficaram para a história!
Os artilheiros mandaram as bolas na arquibancada, lançamentos de poucos metros eram impossíveis. Todos tiveram que "suar" a camisa para entender as curvas da Jabulani africana.
Trazendo isso para nosso dia-a-dia, Jabulanis enormes se formam nas empresas,nos relacionamentos das pessoas. As mudanças são evitadas, mas inevitavelmente acontecem. O mundo se transforma a cada dia e temos que nos adaptar e defender as bolas enviadas as nossas metas. Se quisermos atingir nossos objetivos temos que treinar, dosar a força dos chutes.
Queremos ficar acomodados, quietinhos na nossa zona de conforto de nossos paradigmas. Mas as jabulanis são construídas, as objeções aumentam e aqueles que se especializarem serão bem sucedidos.
Que venham as Jabulanis estou pronto e com uniforme completo.
Vai Brasil.....
Realmente se adaptar a mudanças é uma tarefa nada facil. Mas faz oque? Se nao se adaptar ja viu. Por exemplo um amigo meu certa vez foi mandado para o ACRE isso mesmo para o ACre, Ele podia dizer que nao iria pois o Acre como muitos acham nao existe, mas ele foi e quando voltou ele abriu um novo negocio que era: Tire sua foto comigo eu ja estive no Acre, rsrsrs. Contei o milagre mas nao vou contar o santo
ResponderExcluirÉ mano. tomamos alguns frangos as vezes. Mas, vamos melhorando nosso poder de adaptação. Somos tentados a usar a mão pra fazer um gol muitas vezes (como fez o Luis Fabiano), ou reclamar da bola (como o Júlio César). Mas não adianta temos que continuar no jogo mesmo com todas as mudanças das jabolanis. A vida não é um jogo mas o jogo imita a vida. O que fazer então? Ora, é simples. Bradamos em alta voz como quando se faz um gol: Viva o Senhor da vida e viva o Senhor das jabolanis!
ResponderExcluirum bj. maninho