Me parece normal procurar caminhos menos doloridos ou talvez nunca sentir a dor. Tortuosamente nos deparamos com ela (a dor) pelo caminho. Você pode tentar ignorá-la, mas ela estará lá, confiante, autoritária e completamente necessária. Confiantes, sorrimos quando ela parece desaparecer, mas ela reaparece e talvez fique mais tempo conosco.
Creio que devíamos enfrentá-la buscando ferramentas ou armas que a subjuguem ou que pelo menos nos permita sonhar vencê-la um dia. Como desviar da dor? como viver sem ela?
Marquei um encontro com ela, não quero ir, mas não tenho escolha. Olhando nos seus "olhos" fica mais fácil entendê-la, conhecer seus objetivos e aprender com seus ensinamentos. Ela me parece mais doce agora, andar com ela não é pesaroso quando sabemos aonde vamos e como ela nos seguirá. Tentar tirá-la do caminho? impossivel.
Preciso conviver com ela e além disso instruir meus filhos a não temê-la. Como um vilão invencível ela esta no seu castelo e por vezes nos visita. Nas suas insvestidas fere os maiores e menores, ricos e pobres, cristãos e ateus com a mesma potência e voracidade.
Resta saber em que me tornei após nosso último encontro e no que me transformarei quando encontrá-la novamente. O meu Deus que conhece a dor profundamente me consola quando sofro e me levanta para reconstruir o que foi destruido.
Estou pronto !oh poderosa dor, que venha quando for inevitável mas saiba que a cada insvestida sou mais forte.
Deus seja louvado.

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